terça-feira, 3 de novembro de 2009

Estudo revela os salários dos pilotos de Fórmula 1 em 2009, sem contar o valor de patrocínios ou de publicidade


Kimi Raikkonen (Ferrari) foi o piloto com maior salário entre todos os que correram o Mundial de Fórmula 1 de 2009, que termina neste fim-de-semana com o GP do Abu Dhabi, recolhendo cerca de 31 milhões de euros (45 milhões de dólares). De acordo com o especialista Tom Rubython, autor da biografia “A vida de Senna”, 16 dos actuais 20 pilotos recebem salários – o autor do estudo não previu a substituição na Toyota do lesionado Timo Glock por Kamui Kobayashi, mas também não incluiu neste grupo os 5,5 milhões de euros recebidos por Felipe Massa (Ferrari), também a recuperar de um acidente.
Destaca-se no estudo o “salto” entre o salário de Raikkonen, que recentemente rescindiu o contrato que o ligava à Ferrari por mais um ano, para o campeão mundial de 2008, Lewis Hamilton, que recebe 12,5 milhões de euros anuais da McLaren. O pódio dos maiores salários completa-se com o antigo bicampeão mundial Fernando Alonso (Renault), que recebe 10,5 milhões de euros.
O actual campeão, Jenson Button, encontra-se apenas na oitava posição da lista, com cerca de 3,5 milhões de euros – sabe-se que o piloto reduziu o seu salário em cerca de 50 por cento para ajudar à viabilidade da nova equipa Brawn-Mercedes – enquanto o seu companheiro de equipa, Rubens Barrichello, não recebeu mais do que 700 mil euros de salários.
“Podemos estar a viver uma recessão global, mas ser piloto de Fórmula 1 garantiu um salário milionário no último ano. Estes números referem-se apenas aos salários base, não incluindo patrocínios e outras fontes de rendimento, que podem fazer com que estes valores sejam três vezes mais elevados”, disse Rubython ao jornal económico “Arabian Business”, dos Emirados Árabes Unidos, que publicou o estudo.
Adrian Sutil (Force Índia), Kazuki Nakajima (Williams), Romain Grosjean (Renault) e Vitantonio Liuzzi (Force Índia) não recebem salários das suas equipas, de acordo com Rubython.
Salários 2009 (em milhões de euros)
1. Kimi Raikkonen (Ferrari), 31

2. Lewis Hamilton (McLaren), 12,5
3. Fernando Alonso (Renault), 10,5
4. Nico Rosberg (Williams), 6
5. Jarno Trulli (Toyota), 4,5
6. Sebastian Vettell (Red Bull), 4
7. Mark Webber (Red Bull), 3,8
8. Jenson Button (Brawn GP), 3,5
9. Robert Kubica (BMW-Sauber), 3
10. Heiki Kovalainen (McLaren), 2,5
11. Nick Heidfeld (BMW-Sauber), 2
12. Timo Glock (Toyota), 1,4
13. Giancarlo Fisichella (Force Índia/Ferrari), 1
14. Sébastien Buemi (Toro Rosso), 1
15. Rubens Barrichello (Brawn GP), 0,7
16. Jaime Alguersuari (Toro Rosso), 0,35
17. Vitantonio Liuzzi (Force Índia), ---
18. Adrian Sutil (Force Índia), ---
19. Romain Grosjean (Renault), ---
20. Kazuki Nakajima (Williams), ---
* Felipe Massa, ainda a recuperar de uma lesão após acidente na qualificação para o GP da Hungria, teve um salário de 5,5 milhões de euros

Nissan prepara rival do Tata Nano para 2010

A Tata anunciou recentemente que o Nano, conhecido como «o carro mais barato do mundo», poderá chegar a outros mercados, através de outras marcas. No entanto, os principais construtores já estão a trabalhar num rival. A Nissan, por exemplo, garantiu que vai lançar um novo citadino de baixo custo a partir de Março do próximo ano.
Apesar de faltarem menos de seis meses para o seu lançamento, ainda pouco se sabe sobre este projecto. Sabe-se que a plataforma a ser adoptada pelo novo citadino dará também origem à nova geração do Micra e, segundo alguns meios, o seu desenvolvimento terá sido iniciado há quatro anos. Este projecto tem como curiosidade o facto de utilizar menos 18% de peças em comparação com um citadino actual.
A Nissan revelou também que tem como objectivo vender um milhão de unidades do 'anti-Nano' em 2013.

Mini planeia regresso do Moke

O regresso do carismático Mini Moke, ainda que como mero protótipo, é a principal curiosidade do calendário de lançamentos da Mini, tornado público pela «MotoringFile». Desta feita, o blog não oficial da Mini, que tem acertado na maioria dos «rumores» sobre a marca britânica, revela a lista de lançamentos da Mini, que vão desde os anunciados coupé e roadster até «algo» como um novo Mini Moke.
Para o próximo ano, a grande novidade da Mini será o lançamento do muito esperado «jipe» Mini. Denominado Countryman, este compacto todo-o-terreno (na imagem) vai contar com sistema de tracção integral nas versões de topo, além de variantes de tracção dianteira. Também em 2010, a Mini prevê apresentar um protótipo que recupera a essência do Mini Moke, que deverá ser uma variante mais simples do Countryman.
Para o ano seguinte, está prevista a apresentação do Spacebox, mais uma variante do crossover, destinada ao segmento dos modelos familiares compactos. Este modelo poderá servir de base para o regresso da marca ao mundial de ralis.
Para 2012, será a vez do lançamento dos Mini Coupé e Roadster revelados como protótipos na última edição do Salão de Frankfurt, em Setembro passado. Obviamente que contarão com versões Cooper S e JCW, e possivelmente uma nova motorização diesel.
Quanto à nova geração Mini, esta apenas deverá ver a luz do dia para 2013. Por enquanto, apenas se sabe que poderá adoptar uma designação própria dentro da marca, possivelmente hatchback ou algo similar.

Ferrari "chinêsa" é leiloada por 1,2 milhões de euros

Exemplar único do Ferrari 599 GTB Fiorano é assinado pelo artista contemporâneo chinês Lu Hao

O Ferrari 599 China, um exemplar único do 599 GTB Fiorano assinado pelo artista contemporâneo chinês Lu Hao, foi arrematado esta terça-feira, por um cidadão anónimo de Xangai por 1,2 milhões de euros, impostos incluídos.
Este exemplar único distingue-se particularmente pela pintura, que reproduz o aspecto rachado das porcelanas «Ge Kiln», da Dinastia Song.
A soma auferida no leilão deste Ferrari reverterá a favor de um programa de incentivo aos jovens estudantes chineses, na área da engenharia automóvel, que terão a oportunidade de estudar no Instituto Politécnico de Milão e efectuar um estágio na Ferrari.





Renault confirma regresso da Gordini

Gordini deverá renascer como gama hardcore dos modelos da Renault Sport

A renault acaba de confirmar o renascimento da lendária Gordini, com o anúncio de que no próximo dia 10 de Novembro, pelas 11 horas, irá divulgar um comunicado nas concessionárias, explicando os planos que a marca francesa tem para o renascimento do lendário nome da indústria automóvel, e nomeadamente nos ralis.
A marca francesa, no entanto, não adianta mais detalhes, mas segundo a britânica «Autocar», a Gordini deverá renascer como uma gama mais hardcore, dos modelos desenvolvidos pela Renault Sport. Assim, é provável que as versões R de modelos como o Mégane RS, venham a adoptar a designação Gordini.
A tonalidade azul e as listas brancas, imagem de marca dos Gordini de competição, serão um dos ex-lybris da nova família de desportivos da Renault.

WTCC muda de Boavista para Algarve

O Mundial de Turismo de 2010 mantém uma etapa em Portugal, mas troca o circuito da Boavista, no Porto, pelo Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão. O calendário divulgado nesta quarta-feira, após a reunião do Conselho Mundial do Desporto, em Paris, confirma também a substituição do circuito urbano de Pau (França) pelo circuito de Zolder (Bélgica).
O campeonato WTCC (World Touring Car Championship) manterá 12 provas e uma estrutura idêntica à deste ano – abertura no Brasil, seguindo-se o México, Marraquexe e sete provas na Europa, antes da viagem final ao Oriente (Japão e Macau). Falta ainda decidir o circuito que vai acolher a prova italiana, que inaugura a temporada europeia.
O Conselho Mundial aprovou ainda a decisão de limitar a participação no WTCC, a partir de 2011, de carros com motor 1600cc turbo a gasolina, acabando com a actual concorrência entre carros a gasolina e a diesel, que tem provocado muitas críticas e dificuldades para encontrar um justo equilíbrio nos desempenhos em pista. A decisão pretende ainda estimular a participação dos construtores em mais de uma competição automóvel - o mesmo motor 1600cc turbo será utilizado no Mundial de Ralis WRC, abrindo caminho à diluição dos custos de desenvolvimento do propulsor.
Calendário WTCC 2010
7 Março: Brasil - Curitiba

11 Abril: México - Puebla
16 Maio: Marrocos - Marrakech
30 Maio: Itália - A anunciar
20 Junho: Bélgica - Zolder
4 Julho: Portugal - Algarve
18 Julho: Grã-Bretanha - Brands Hatch
1 Agosto: República Checa - Brno
5 Setembro: Alemanha - Oschersleben
19 Setembro: Espanha - Valência
31 Outubro: Japão - Okayama
21 Novembro: Macau - Guia









sábado, 26 de setembro de 2009

Ford aposta no "low cost" e lança o Figo



Ford aposta no "low cost" e lança o Figo
- A Ford acaba de apresentar na Índia o seu novo modelo de baixo custo. Batizado com o nome Figo, a novidade que pode ser considerada uma discreta evolução da geração anterior do Fiesta será produzida na fábrica de Chennai na Índia. Para a produção do hatchback, a planta recebeu 500 milhões de dólares em investimentos. Primeiramente a intenção é focar a comercialização do Figo no mercado local, onde o segmento B consome cerca de 70% das vendas.
Ainda não há informações sobre a possibilidade do "superbarato" da Ford ser levado a outros mercados, mas tudo indica que possivelmente chegará à Europa, America Latina e em outras localidades do sudeste asiático. Informações sobre a motorização e outras características técnicas do Figo ainda não foram divulgadas oficialmente, assim como o preço.







Fiesta Van fica mais ecológico

A Ford apresentou na Europa e versão Econetic do Fiesta Van. O comercial chega com motor turbodiesel de 1,6 litro de 90 cv de potência. A fabricante promete emissões de 98 g/km de CO2 e consumo na faixa dos 27 km/l. Além da mecânica, o Fiesta Van ecológico utiliza de artifícios aerodinâmicos para ficar mais econômico, como spoilers, saias e aerofólio. Os pneus são de baixo atrito e a suspensão é rebaixada. O espaço para carga tem um metro cúbico e carrega até 418 quilos.


Mitsubishi TR4 2010 chega com preço a partir de R$ 65,5 mil

Nascido iO quando importado do Japão a partir de 1999, o utilitário esportivo compacto da Mitsubishi foi rebatizado como TR4 quando passou a ser montado na fábrica de Catalão, em Goiás, em 2002. De lá para cá, já passou por três re-estilizações, ganhou motor flex e teve cerca de 50 mil unidades comercializadas no país. Com a versão 2010, a Mitsubishi espera vender cerca de mil unidades por mês do novo modelo
Agora, após seu terceiro -- e caprichado -- face-lift, esse modelo de entrada da fabricante japonesa no Brasil ganhou visual mais moderno, motor um pouco mais potente e manteve todos os atributos que fazem dele um autêntico veículo 4x4, com todos os recursos necessários para andar bem na estrada e fora dela. O novo modelo 2010 está disponível nas versões com câmbio automático de quatro velocidades (R$ 71.990) ou manual de cinco marchas (R$ 68.990), ambos equipados com o mesmo motor 2.0 Flex 16V HCR de 140 cv de potência e sistema 4WD Super Select, que possibilita utilizar o veículo com tração apenas nas rodas traseiras ou nas quatro rodas, com ou sem bloqueio do diferencial central e reduzida. A Mitsubishi oferece ainda uma versão mais barata, batizada GLS (R$ 65.550), com as mesmas características técnicas das demais, porém sem airbag para passageiro e freios traseiros a tambor, sem ABS e EBD, disponíveis de série nas outras versões.



INDA QUADRADOO perfil "quadradinho" foi mantido, mas uma série de pequenos detalhes tornaram o visual do TR4 bem mais moderno. A frente, com linhas acentuadamente arredondadas, ganhou novos capô, para-choque, para-lamas e a característica grade dianteira com o conhecido logotipo dos três diamantes, presentes em todos os modelos da marca.
A lateral perdeu os antigos vincos, ficou mais limpa e ganhou saídas de ar de ambos os lados do compartimento do motor, que acentuaram a sensação de esportividade. As rodas agora são de aro de 17 polegadas de diâmetro, calçadas com pneus ATR de perfil mais baixo, na medida 225/65 que, segundo a marca, oferecem bom rendimento tanto no asfalto quanto na terra.
De traseira, é o estepe fixado na tampa do porta-malas o que mais chama a atenção. Mas o conjunto parece bem equilibrado. O para-choque ganhou um molde na forma de "u" para acomodar adequadamente o estepe, e as lanternas, o brake-light e o spoiler posicionado sobre o teto acentuam um visual mais atualizado.
IMPRESSÕES AO DIRIGIRO que parecia ser uma benção para a apresentação de um modelo dotado de todos os recursos 4x4 disponíveis num veículo desse porte, acabou sendo um pesadelo para os organizadores do evento de apresentação do Mitsubishi TR4 2010. A chuva torrencial que caiu antes e durante o teste-drive, literalmente levou por água abaixo a trilha preparada para utilizar o TR4.
O modelo é dotado de um sistema de tração 4x4 optativo, batizado Super Select 4WD-I, que permite trafegar com tração apenas nas rodas traseiras, ideal para condições normais de uso na cidade ou estrada sobre pisos secos; 4x4 High, que melhora o desempenho ao rodar sobre pisos asfaltados ou de terra mas com pouca aderência; 4x4 High Lock, que também permite rodar em qualquer velocidade sobre pisos com pouca aderência, mas com o diferencial central bloqueado; e 4x4 Reduzido, para uso no off-road mais pesado, em velocidades máximas de até 50 km/h.


Poucos modelos no mercado brasileiro oferecem todos esses recursos. E, mesmo assim, dependendo das dificuldades do terreno, nem com a ajuda deles um veículo consegue passar. Esse foi o caso da trilha preparada pela Mitsubishi para demonstrar aos jornalistas como o TR4 se comportaria sob exigência máxima. Sob chuva torrencial o percurso se restringiu a uma enlameada e escorregadia estradinha de terra e um bom trecho de asfalto em rodovia.
A decantada vocação off-road do modelo ficou prejudicada. Mas não totalmente. O TR4 tirou de letra as dificuldades do percurso, tanto rodando em 4x2 quanto em 4x4, com bloqueio acionado ou não. Os pneus, estes sim, pareceram mais adequados para o asfalto do que para a lama, mas não chegaram a prejudicar o desempenho.
Ao volante, a sensação (quase) igual a de um veículo de passeio comum. Posição de dirigir bem elevada, visibilidade total para todos os lados e conforto razoável garantido por uma série de recursos que, na verdade, não poderiam deixar de ser oferecidos num veículo dessa faixa de preço: volante da direção e bancos com regulagem de altura, direção hidráulica, trio elétrico e, opcionalmente, bancos de couro.
O painel de instrumentos oferece bom posicionamento dos botões de controle e mostradores, embora, no trecho de lama, não houvesse a menor condição de apreciá-los. O volante da direção, de três raios, oferece boa pegada e entre os itens de conveniência se destacam o sistema de áudio com MP3, entrada para iPod, USB e Bluetooth.
A versão avaliada, dotada de câmbio automático, tornou o percurso menos divertido, mas valorizou o desempenho do motor. Oferecendo 140 cv de potência (com álcool) a 5.500 rpm e torque de 22 kgfm a 4.500 rpm, demonstrou elasticidade, baixo nível de ruído e respostas precisas ao premer do acelerador.
Infelizmente, a Mitsubishi não costuma revelar informações sobre o consumo real de seus modelos -- informação relevante para todo consumidor. Neste caso, divulgou apenas que o tanque de combustível do TR4 flex tem capacidade de 72 litros de combustível e, abastecido apenas com gasolina e a uma hipotética velocidade constante de 100 km/h, permitiria rodar até 750 quilômetros em modelos com câmbio manual. Média de 10,41 km/l.
Outras importantes características 4x4 que o modelo oferece, como ângulos de ataque e saída de 30 graus, capacidade de subida de rampa de 35 graus e 215 mm de altura livre do solo, importante para superar trechos alagados com até 60 cm de profundidade, não fizeram diferença durante a avaliação. Mas, em situações radicais de uso, podem significar chegar a tempo -- e limpo -- ao destino.
CONCORRÊNCIA DIFERENCIADAPelas suas características de porte, motorização e recursos 4x4, o Mitsubishi TR4 tem como principais concorrentes no Brasil o Toyota RAV4, Honda CR-V, Suzuki Grand Vitara, Chery Tiggo (por enquanto disponível apenas com tração 4x2), e até o Ford EcoSport 4WD. Embora com características diferentes, todos oferecem modernos recursos 4x4.
Porém, se comparados os preços, o TR4 leva boa vantagem. Enquanto o modelo da Mitsubishi, montado no Brasil, tem preço entre R$ 65.550 e R$ 71.990, o concorrente mais barato, o chinês Chery Tiggo custa a partir de R$ 49.900, mas por enquanto apenas com tração 4x2 traseira. O Ford EcoEsport, também nacional, tem preço melhor (R$ 63.605), mas seus sistema de tração 4x4 é mais rudimentar e não oferece os recursos de bloqueio do diferencial e nem de reduzida.
Já o Toyota RAV4, importado do Japão, é moderno e sofisticado, mas está em outra patamar de preço, a partir de R$ 115.000, enquanto o também japonês Honda CR-V parte de R$ 88.410. Resta como competidor real o Suzuki Grand Vitara, marca que retornou ao Brasil recentemente, com preços a partir de R$ 83.090 e oferecendo também os mesmos recursos 4x4 do Mitsubishi.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Chery deve lançar minicarro elétrico em 2010

A fabricante chinesa Chery, que monta o Tiggo e o QQ no Uruguai em parceria com empresários do Mercosul, anunciou que deve iniciar a produção de seu primeiro carro elétrico em 2010, segundo o Automotive News China.
O modelo, conhecido como S18, é derivado da plataforma de carros pequenos da marca. Ele tem motor de 40 KW, alimentado por baterias de lítio de 40 Amperes, de acordo com informações da empresa.