segunda-feira, 4 de maio de 2009
Documentário sobre o piloto Senna começará a ser filmado
As filmagens de um documentário sobre a vida e a carreira de Ayrton Senna na Fórmula 1 vão começar no próximo mês, anunciou a produtora britânica Working Title Films.O filme, apoiado pela família do brasileiro e pela Formula One Management, vai retratar os anos do três vezes campeão mundial na principal categoria do automobilismo, de sua estréia em 1984 até sua morte em Imola, dez anos depois.A Working Title Films, baseada em Londres, declarou que o documentário vai explorar a vida e o trabalho de Senna, suas conquistas físicas e espirituais na pista, sua busca pela perfeição e o status de mito que ele ganhou depois de morrer aos 34 anos.Com a permissão da família de Senna, será o primeiro documentário sobre o ex-piloto da Lotus, McLaren e Williams, enquanto a Formula One Management vai fornecer as imagens.
eua pode ganhar fiat bravo sobre emblema da chrysler
Há poucos dias do fim do prazo dado à Chrysler pelo governo norte-americano, a empresa vem colecionando boas notícias. O acordo mais espinhoso, com os sindicatos, foi selado. Ele era um dos principais empecilhos à consolidação da aliança entre a marca norte-americana e a Fiat, algo que tem sido apontado como muito oportuno para as duas empresas. Para a Fiat, permitirá a entrada no mercado dos EUA, que vem sofrendo, mas ainda é muito importante para ser ignorado. Para a Chrysler, dará acesso a algo que o consumidor naquele mercado pede e não encontra facilmente: carros menores e mais econômicos. Um deles interessa ao Brasil: será um sedã com perfil esportivo, construído sobre a plataforma FAT C-Evo. Em outras palavras, a mesma que será usada no Fiat Bravo nacional.Em outras palavras, isso pode apontar para uma inédita versão sedã do Bravo no mercado brasileiro e um modelo que seja reconhecido como médio, algo que o Linea, apesar de seu belo conjunto, não vem conseguindo pela associação umbilical que ele tem com o Punto. Como exercício, pedimos ao talentoso designer Rodrigo Bruno para criar o que poderia ser esse sedã e o resultado está nestas páginas. Projeção especulativa, se vocês preferirem, mas é sempre bom poder visualizar, de algum modo, o que vem por aí.Além do Bravo, a plataforma FAT C-Evo também será usada no Alfa Romeo 149 e no futuro Milano, substituto do 159. Como já haverá um sedã médio criado sobre essa estrutura, não é nada difícil que o Bravo também tenha essa versão, especialmente em mercados em desenvolvimento, onde os Alfa Romeo ainda são restritos a uma parcela muito pequena da população. A mais rica. No Brasil, nem essa parcela anda conseguindo comprar os carros da marca do Cuore Sportivo.A aliança entre Fiat e Chrysler não prevê investimentos da marca italiana na norte-americana. As ações irão para a Fiat apenas pelo compartilhamento de produtos e tecnologias para tornar a empresa mais competitiva, além da assistência gerencial que Sergio Marchionne pode dar à Chrysler. Marchionne foi o arquiteto da recuperação da Fiat e é bastante respeitado por isso.A sinergia entre as empresas deve ocorrer tanto nos EUA quanto nos outros mercados do mundo em que a Fiat atua (leia-se Brasil, principalmente). Mais do que isso, o grande ganho da Chrysler será apresentar ao governo norte-americano uma credencial de confiança para o empréstimo que está fazendo e que deve, se bem administrado, garantir sua sobrevivência no cenário automotivo mundial.No final das contas, a Fiat será uma espécie de avalista do contrato, mas com muito menos responsabilidades. Para começar, a aliança não vincula as duas empresas. Qualquer desdobramento dependerá de auditorias pesadas e das necessárias aprovações do governo norte-americano, inclusive em relação ao empréstimo que pode salvar a Chrysler.Para a Chrysler, isso é um negócio tão bom que é a Fiat que vai ganhar ações da montadora norte-americana, e não o contrário. Haverá benefícios para ambas em termos industriais, de distribuição e desenvolvimento de produtos.No que se refere à produção, a Fiat pode viabilizar nos EUA a distribuição do 500, um carrinho que venderia como água, por lá, se chegasse a um preço competitivo. Basta ver como o Mini se deu bem naquele mercado. Para isso, a Fiat deve produzir o urbaninho em alguma planta da Chrysler. E não será difícil encontrar alguma fábrica com capacidade ociosa.Isso porque a Chrysler foi vítima de uma riqueza sua: a quantidade de marcas sob seu chapéu. Ironicamente, ela também tem três cabeças, como Cérbero, o cachorro que, segundo a mitologia grega, guarda a porta do Hades, o reino subterrâneo dos mortos. São elas a Chrysler, a Dodge e a Jeep. Cerberus também é o nome do fundo de investimentos que controla a marca, atualmente.Revendedores da Dodge, da Chrysler e da Jeep queriam um portfólio maior de produtos. O que a empresa fazia era pegar um modelo de uma marca e mudar seu emblema, criando um novo produto. Foi assim que nasceram o Chrysler Aspen (um Jeep Grand Cherokee), o Dodge Magnum (um Chrysler 300C) e a Dodge Caravan (uma Chrysler Town & Country), entre outros. A competição entre produtos da própria marca, uma estratégia usada por Alfred Sloan na GM, não deu certo em tempos modernos. Não para a Chrysler, pelo menos. Em vez de aumentar sua participação de mercado, ela apenas complicou seu processo industrial.Agora, com a aliança com a Fiat, a Chrysler pode ter realmente produtos novos, em nichos que ela não explorava antes. As marcas Dodge e Jeep vão se especializar em determinados segmentos, não competindo mais com a Chrysler.Produzindo o 500 nos EUA, a Fiat poderá vendê-lo nas revendas da Chrysler, assim como os veículos da Alfa Romeo, que já estão por lá. O primeiro a chegar ao mercado norte-americano foi o fantástico 8C Competizione, mas a ele devem se seguir o Mi.To, para enfrentar o Mini, e toda a nova linha da marca, que vai se renovar nos próximos anos, inclusive com a chegada de um utilitário, o Kamal. A Chrysler tem a Jeep, especializada em veículos 4x4. A ajuda dela no desenvolvimento do Kamal pode ser importantíssima. Esse é só um exemplo de como as empresas podem se ajudar no desenvolvimento de novos produtos. O compartilhamento de peças, motores e plataformas deve trazer uma enorme economia de escala para ambas.Aguardemos os desdobramentos dessa aliança. Se ela se concretizar, teremos muitas surpresas pela frente. Uma delas na forma de um sedã.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Fiat lança kits de opcionais para o Mille
Pacotes serão oferecidos apenas para a versão Fire
A Fiat anunciou nesta segunda-feira, 27 de abril, o lançamento de três novos pacotes de opcionais para o Mille Fire Economy.
Segundo a montadora, o Kit Top I conta com vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, limpador/lavador/desembaçador do vidro traseiro, controle manual dos retrovisores, encostos de cabeça para o banco traseiro, revestimento parcial de veludo nos bancos, radio CD Player com reprodução de arquivos em MP3, para-brisa degradê, rodas de liga leve de 13 polegadas pintadas na cor grafite, faixas decorativas e logotipo alusivo ao pacote.
Já o Kit Top II adiciona direção hidráulica ao Mille, enquanto que o Kit Top III agrega ar-condicionado ao popular fabricado em Minas Gerais. De acordo com a Fiat, os pacotes serão oferecidos apenas para a versão Fire, com um desconto de 25% caso os itens fossem adquiridos separadamente.
Confira abaixo os valores sugeridos para os kits:
Kit Top I: R$ 1.640 (Mille Fire Economy 2p) e R$ 1.735 (Mille Fire Economy 4p)
Kit Top II: R$ 2.900 (Mille Fire Economy 2p) e R$ 3.040 (Mille Fire Economy 4p)
Kit Top III: R$ 5.420 (Mille Fire Economy 2p) e R$ 5.610 (Mille Fire Economy 4p)
A Fiat anunciou nesta segunda-feira, 27 de abril, o lançamento de três novos pacotes de opcionais para o Mille Fire Economy.
Segundo a montadora, o Kit Top I conta com vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, limpador/lavador/desembaçador do vidro traseiro, controle manual dos retrovisores, encostos de cabeça para o banco traseiro, revestimento parcial de veludo nos bancos, radio CD Player com reprodução de arquivos em MP3, para-brisa degradê, rodas de liga leve de 13 polegadas pintadas na cor grafite, faixas decorativas e logotipo alusivo ao pacote.
Já o Kit Top II adiciona direção hidráulica ao Mille, enquanto que o Kit Top III agrega ar-condicionado ao popular fabricado em Minas Gerais. De acordo com a Fiat, os pacotes serão oferecidos apenas para a versão Fire, com um desconto de 25% caso os itens fossem adquiridos separadamente.
Confira abaixo os valores sugeridos para os kits:
Kit Top I: R$ 1.640 (Mille Fire Economy 2p) e R$ 1.735 (Mille Fire Economy 4p)
Kit Top II: R$ 2.900 (Mille Fire Economy 2p) e R$ 3.040 (Mille Fire Economy 4p)
Kit Top III: R$ 5.420 (Mille Fire Economy 2p) e R$ 5.610 (Mille Fire Economy 4p)
Chrysler confirma aliança com Fiat, mas lamenta concordata
Montadora também anunciou a saída de seu presidente
Por Vitor Matsubara 30/04/2009
Momentos após o presidente Barack Obama ter confirmado a concordata da Chrysler, a montadora confirmou a oficialização da parceria com a Fiat.
Em comunicado divulgado à imprensa, a fabricante demonstrou otimismo, afirmando que o acordo dará origem “a uma empresa totalmente nova e vibrante” e que ambas as partes devem aumentar suas capacidades produtivas e a infra-estrutura junto a seus fornecedores. Além disso, foi confirmado que motores e componentes Fiat serão produzidos nas fábricas da Chrysler.
“Esta parceria nos permitirá melhorar o serviço fornecido a nossos consumidores e revendedores, dando origem a uma linha mais competitiva e ecologicamente correta de produtos. O acordo nos dará acesso a novos produtos, permitirá uma cooperação tecnológica e fortalecerá a distribuição global de veículos”, garantiu Bob Nardelli, presidente da Chrysler.
Nardelli, aliás, aproveitou para anunciar que deixará o comando da Chrysler. O executivo, que retornará ao conselho do grupo de investimentos Cerberus (antigo proprietário da marca), lamentou que a empresa tenha sido obrigada a recorrer ao Capítulo 11, lei responsável por pedidos de falência e concordata.
“Estou muito satisfeito com tudo que aconteceu, especialmente com o acordo que conseguimos junto a nossos credores. Minha prioridade foi preservar a Chrysler e seus milhares de funcionários e pessoas que dependem diretamente da empresa. Estou feliz com a criação da aliança, mas confesso que me sinto decepcionado com o fato de termos pedido a concordata. Não era bem o que eu tinha em mente”.
Por fim, a Chrysler informou que as demais subsidiárias da marca não estão incluídas no pedido de concordata. Como parte do plano de reestruturação, grande parte das fábricas da montadora permanecerão fechadas até a próxima segunda-feira, 4 de maio. A produção deve ser normalizada apenas após a oficialização da transação, o que deve levar entre 30 e 60 dias.
Por Vitor Matsubara 30/04/2009
Momentos após o presidente Barack Obama ter confirmado a concordata da Chrysler, a montadora confirmou a oficialização da parceria com a Fiat.
Em comunicado divulgado à imprensa, a fabricante demonstrou otimismo, afirmando que o acordo dará origem “a uma empresa totalmente nova e vibrante” e que ambas as partes devem aumentar suas capacidades produtivas e a infra-estrutura junto a seus fornecedores. Além disso, foi confirmado que motores e componentes Fiat serão produzidos nas fábricas da Chrysler.
“Esta parceria nos permitirá melhorar o serviço fornecido a nossos consumidores e revendedores, dando origem a uma linha mais competitiva e ecologicamente correta de produtos. O acordo nos dará acesso a novos produtos, permitirá uma cooperação tecnológica e fortalecerá a distribuição global de veículos”, garantiu Bob Nardelli, presidente da Chrysler.
Nardelli, aliás, aproveitou para anunciar que deixará o comando da Chrysler. O executivo, que retornará ao conselho do grupo de investimentos Cerberus (antigo proprietário da marca), lamentou que a empresa tenha sido obrigada a recorrer ao Capítulo 11, lei responsável por pedidos de falência e concordata.
“Estou muito satisfeito com tudo que aconteceu, especialmente com o acordo que conseguimos junto a nossos credores. Minha prioridade foi preservar a Chrysler e seus milhares de funcionários e pessoas que dependem diretamente da empresa. Estou feliz com a criação da aliança, mas confesso que me sinto decepcionado com o fato de termos pedido a concordata. Não era bem o que eu tinha em mente”.
Por fim, a Chrysler informou que as demais subsidiárias da marca não estão incluídas no pedido de concordata. Como parte do plano de reestruturação, grande parte das fábricas da montadora permanecerão fechadas até a próxima segunda-feira, 4 de maio. A produção deve ser normalizada apenas após a oficialização da transação, o que deve levar entre 30 e 60 dias.
EUA: governo diz que acordo Chrysler-Fiat ainda não está fechado
Oficialização depende de fim da dívida com credores
Por Vitor Matsubara 29/04/2009
O governo dos Estados Unidos informou nesta quarta-feira, 29 de abril, que alguns detalhes da aliança entre Chrysler e Fiat ainda precisam ser esclarecidos caso as partes queiram fechar a parceria até a data limite de 30 de abril.
“Não sei informar se um acordo será fechado e nem quando ele será finalizado. Ainda existem alguns empecilhos, mas estamos otimistas e esperançosos quanto a oficialização da parceria”, afirmou o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, sem revelar quais seriam estes obstáculos.
Na última terça-feira, o Departamento do Tesouro chegou a um acordo com os maiores credores da Chrysler. Entre as 45 empresas que compõem a lista, estão os bancos de investimentos JPMorgan Chase, Citigroup, Goldman Sachs e Morgan Stanley.
Nas conversas, foi acertado que a dívida de 6,9 bilhões de dólares será cancelada em troca do pagamento imediato de 2 bilhões de dólares. Ainda não se sabe se a Chrysler irá entrar com um pedido de proteção à falência, mas a Casa Branca manifestou seu apoio à montadora.
“O acordo com os principais bancos da Chrysler é excepcional e coincide com a vontade do presidente Obama, que deseja que todos os acionistas se sacrifiquem para fazer com este acordo seja fechado”, declarou um membro da administração do governo que preferiu não se identificar.
O tratado, que deve ser oficializado até a próxima quinta-feira, ainda depende da aprovação unânime de todos os credores.
Por Vitor Matsubara 29/04/2009
O governo dos Estados Unidos informou nesta quarta-feira, 29 de abril, que alguns detalhes da aliança entre Chrysler e Fiat ainda precisam ser esclarecidos caso as partes queiram fechar a parceria até a data limite de 30 de abril.
“Não sei informar se um acordo será fechado e nem quando ele será finalizado. Ainda existem alguns empecilhos, mas estamos otimistas e esperançosos quanto a oficialização da parceria”, afirmou o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, sem revelar quais seriam estes obstáculos.
Na última terça-feira, o Departamento do Tesouro chegou a um acordo com os maiores credores da Chrysler. Entre as 45 empresas que compõem a lista, estão os bancos de investimentos JPMorgan Chase, Citigroup, Goldman Sachs e Morgan Stanley.
Nas conversas, foi acertado que a dívida de 6,9 bilhões de dólares será cancelada em troca do pagamento imediato de 2 bilhões de dólares. Ainda não se sabe se a Chrysler irá entrar com um pedido de proteção à falência, mas a Casa Branca manifestou seu apoio à montadora.
“O acordo com os principais bancos da Chrysler é excepcional e coincide com a vontade do presidente Obama, que deseja que todos os acionistas se sacrifiquem para fazer com este acordo seja fechado”, declarou um membro da administração do governo que preferiu não se identificar.
O tratado, que deve ser oficializado até a próxima quinta-feira, ainda depende da aprovação unânime de todos os credores.
Filtro de ar pode prevenir doenças
Em tempos de gripe suína se espalhando pelo mundo, o carro pode ganhar um papel a mais que poucos se lembram, além de transportar pessoas e objetos. O filtro de partículas ( ou antipólem) da cabine, que purifica o ar respirado no interior do carro, evita também a entrada de gases nocivos e até bactérias e agentes causadores de doenças. Vale a ressalva de que tal filtro está presente apenas em alguns modelos mais novos.Na Argentina, a maioria dos carros com menos de dez anos de uso possui a peça. Por lá, as montadoras recomendam a troca do filtro de partículas uma vez por ano, para manter as propriedades de limpeza da peça. Alguns indícios de o filtro está ruim aparecem em forma de odor de umidade na cabine ou mau-funcionamento do ar-condicionado.
Alfa Romeo volta à Argentina em junho
Pela segunda vez em três anos, a Alfa Romeo terá seu lançamento comercial na Argentina. O grupo Centro Milano assumirá o papel de importador oficial da marca em junho, depois de o Gruppo Modena e a própria Fiat, que comanda a Alfa, terem desistido da comercialização da marca no país vizinho.A Alfa Romeo argentina já possui página na internet, http://www.alfaromeo.com.ar/
onde podem ser vistos alguns modelos que serão comercializados. A principal novidade será o MiTo, oferecido apenas na versão 1.4 T-Jet turbo a gasolina de 155 cv. Outros modelos como o 159, 147, Brera e Spyder também serão vendidos, mas os preços ainda não foram divulgados. No Brasil, a marca italiana não possui importações oficiais.
onde podem ser vistos alguns modelos que serão comercializados. A principal novidade será o MiTo, oferecido apenas na versão 1.4 T-Jet turbo a gasolina de 155 cv. Outros modelos como o 159, 147, Brera e Spyder também serão vendidos, mas os preços ainda não foram divulgados. No Brasil, a marca italiana não possui importações oficiais.
Ford Explorer sob investigação nos EUA
O National Highway Traffic Safety Administration, órgão que administra o tráfego nos Estados Unidos, confirmou que está mesmo investigando os problemas verificados no câmbio dos modelos Ford Explorer e seu irmão gêmeo Mercury Mountaineers, produzidos entre 2002 e 2005.
Segundo o NHTSA, foram relatados 200 casos de funcionamento incorreto da alavanca do câmbio automático.
Muitos proprietários afirmaram que o mecanismo não correspondia corretamente à ação desejada. Em 11 casos houve a reclamação de que "Quando a alavanca era colocada na posição "P", por exemplo, o carro respondia como se o "D" tivesse sido engatado". Houve também 61 reclamações de o motorista não conseguir engatar o "P" quando desejado.
O caso está sob investigação. A Ford já se pronunciou alegando que embora não tenha conhecimentos dos casos, irá cooperar com o órgão até que a investigação seja encerrada e convocar um recall, "caso isso seja necessário, já que não vemos problemas com a segurança", disse um porta-voz da marca.
Entre Ford Explorer e Mercury Mountaineers, foram produzidos um milhão e quatrocentos mil veículos.
Segundo o NHTSA, foram relatados 200 casos de funcionamento incorreto da alavanca do câmbio automático.
Muitos proprietários afirmaram que o mecanismo não correspondia corretamente à ação desejada. Em 11 casos houve a reclamação de que "Quando a alavanca era colocada na posição "P", por exemplo, o carro respondia como se o "D" tivesse sido engatado". Houve também 61 reclamações de o motorista não conseguir engatar o "P" quando desejado.
O caso está sob investigação. A Ford já se pronunciou alegando que embora não tenha conhecimentos dos casos, irá cooperar com o órgão até que a investigação seja encerrada e convocar um recall, "caso isso seja necessário, já que não vemos problemas com a segurança", disse um porta-voz da marca.
Entre Ford Explorer e Mercury Mountaineers, foram produzidos um milhão e quatrocentos mil veículos.
Veja cinco fatos sobre a Chrysler
(Reuters) - A Chrysler, terceira maior montadora de veículos dos Estados Unidos, pediu proteção contra falência nesta quinta-feira em Nova York, para completar a reestruturação de sua dívida e permitir uma aliança com a Fiat.A Chrysler, 80% controlada pela empresa de investimentos Cerberus Capital Management, vem operando com ajuda de 4 bilhões de dólares do governo dos Estados Unidos desde o começo deste ano.Veja a seguir cinco fatos sobre a Chrysler:FundaçãoWalter P. Chrysler fundou a Chrysler Corp em 1925 e três anos depois colocou a pedra fundamental do famoso edifício Chrysler em Nova York. A construção foi por algum tempo o prédio mais alto do mundo e segue sendo ponto marcante da paisagem da cidade.Estrutura de comandoA Cerberus comprou 80,1% de participação na Chrysler em 2007 da alemã Daimler AG, que manteve fatia de 19,9%. Quando finalizar a reestruturação, a Fiat terá 20% de participação na montadora, o fundo de saúde dos metalúrgicos da United Auto Workers terá 55% e os governos dos Estados Unidos e do Canadá ficarão com 10%.ResultadosA Chrysler, em 2008, teve prejuízo de US$ 8 bilhões, com queda de 30% nas vendas, para 1,45 milhão de veículos.MarcasAs marcas da Chrysler são: Chrysler, Dodge e Jeep. Entre os principais veículos da companhia estão a picape Dodge Ram, o Dodge Charger, o jipe Wrangler e a minivan Dodge Caravan. A montadora tem 3.215 concessionárias nos EUA.EmpregadosA Chrysler tinha cerca de 54 mil funcionários em dezembro de 2008, incluindo mais de 40 mil horistas e 13 mil assalariados.
Assinar:
Postagens (Atom)