sábado, 19 de fevereiro de 2011

F1: Red Bull interessada nos motores da Volkswagen

Escuderia austríaca espera ser a escolhida para uma parceria de motores caso a Volkswagen entre na Fórmula 1


Dietrich Mateschitz, proprietário da Red Bull, espera que a sua escuderia seja a escolhida para uma parceria caso a Volkswagen decida entrar na Fórmula 1. A marca alemã já demonstrou interesse em entrar na Fórmula 1, com uma das suas marcas, Porsche ou Audi, a partir de 2013, quando o novo regulamento de motores entrar em vigor, que prevê a introdução dos novos motores 1.6 turbo de quatro cilindros.

"As nossas empresas são relativamente próximas. Temos algumas parcerias não só no DTM [Audi] mas também no Dakar e noutras áreas", referiu Mateschitz em entrevista ao «Sport Bild».

"As conversações com a Volkswagen acerca de uma colaboração na F1 seriam interessantes não só para nós, mas também para outras equipas que não sejam construtoras", confessa o responsável da marca de bebidas energéticas.

Mateschitz relembra que a equipa de Milton Keynes é "hoje uma das melhores equipas no que diz respeito ao conhecimento técnico, quer seja na aerodinâmica, simuladores, tecnologia dos computadores ou qualquer outra área".

Os responsáveis da Red Bull já demonstraram, por diversas vezes, descontentamento com as potencialidades dos motores da Renault, actual fornecedora, assumindo que estavam à procura de um novo parceiro para os motores dos seus monolugares.

Nuël's Rallye Golf

são lindos esses golfs
apesar de não ser mito fã dessas rodas

Wörthersee tour 2010 Cult-Hungarian

E mais vídeos de um dos maiores se não o melhor evento de VW...O Wortheseee

Southern Worthersee 2010

Worthesee .

Sites de apaixonados por VW

http://vimeo.com/14287348
http://www.rustedlive.com.br/2010/10/blog-post.html
http://ratvolks.blogspot.com/
http://sintoniavw.blogspot.com/
http://vimeo.com/14287348
http://rafa4fun.blogspot.com/
http://sintoniavw.blogspot.com/
http://fuscapocos.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=33:movimento&catid=28:current-users&Itemid=44
http://www.ratoramas.blogspot.com/
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http://radicalvolks.blogspot.com/
http://www.clubedofuscadeblumenau.com.br/

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Snow Explodes off Semi

Montadores não produzem somente automóveis


Montadoras estão constantemente à procura de potenciais sinergias. Esquis de rampa não seria uma das áreas que você poderia pensar que iria encontrá-lo, mas tivemos muitos exemplos que demonstram o contrário: Dynastar e Ferrari, Salomon e Saab, Zai e, Bentley Volant e Infiniti .. . e agora a Audi juntou-se à festa com um projeto avançado de esqui de fibra de carbono.

Colaborar com fabricante de equipamentos esportivos Head e desenho de uma parceria da Audi com o alemão Ski Association, Audi Concept Design de Munique desenvolveu estes esquis de carbono que são ao mesmo tempo, mais rígido e mais flexível do que os projetos já existentes. Eles são construídos em torno de um núcleo de madeira, colada com alumínio e titânio e revestidos em fibra de carbono.

O resultado é considerado cerca de 200 gramas mais leve do que um projeto convencional comparável. Enquanto eles estão estritamente um conceito de design, por enquanto, a Audi ea cabeça estão testando os esquis para o potencial de produção. Interessado? Siga o salto para mais detalhes no comunicado de imprensa completo

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

PE quer aumentar negócios com a China

Desde o fim do ano passado, o pátio de cargas do Porto do Recife está repleto de escavadeiras, empilhadeiras, tratores e congêneres da marca chinesa XCMG. No sertão de Pernambuco, onde avançam as obras da ferrovia Transnordestina, parte dos trilhos sobre os quais passarão os trens vem da China, bem como as máquinas utilizadas no projeto. No ano passado, Pernambuco importou o equivalente a US$ 373 milhões do gigante asiático, alta de 66% em relação ao exercício anterior.

É para acelerar ainda mais esse intercâmbio que a Federação do Comércio do Estado de Pernambuco (Fecomercio-PE) vem intensificando as relações com a China. No ano passado, a entidade inaugurou em Pequim o seu segundo escritório de representação naquele país. O primeiro escritório foi aberto em Xangai em 2007, depois da visita de uma missão com mais de 150 empresários pernambucanos, liderada pelo governador Eduardo Campos (PSB).

"O crescimento da China é muito grande e há muito interesse de nossa parte em acelerar esse relacionamento", afirmou o presidente da Fecomercio-PE, Josias Albuquerque, um grande entusiasta da parceria.

Ele admite que o principal objetivo do empresariado pernambucano é mesmo trazer bens chineses para o Brasil, especialmente o segmento de máquinas pesadas, bastante demandadas em tempos de crescimento recorde do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.

O dirigente garante que há enorme interesse dos asiáticos em investir em Pernambuco. Segundo ele, a chinesa EMC estuda a instalação de uma fábrica de máquinas em Suape, mesmo local onde a fabricante de veículos JAC quer viabilizar uma montadora. No ano passado, a BYD, também do setor de automóveis, fez consultas ao governo de Pernambuco sobre as condições para a instalação de uma operação em Suape. A expectativa é de que pelo menos uma montadora chinesa se instale em Pernambuco, Estado que já atraiu recentemente um investimento de R$ 3 bilhões da Fiat.

Transnordestina pode ficar 15% mais cara

O custo das obras de implantação da ferrovia Transnordestina pode subir cerca de 15%, segundo informou o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho. De acordo com ele, uma solicitação de revisão de preços foi encaminhada pela Transnordestina Logística (TSA) aos ministérios do Planejamento, dos Transportes e da Integração.

Se a estimativa de aumento for confirmada, o empreendimento saltaria de R$ 5,4 bilhões para R$ 6,2 bilhões. Os números ficam abaixo do que o presidente da TSA, Tufi Daher Filho, considera ideal.O executivo diz que são empregados ao menos R$ 5 milhões por quilômetro na instalação de ferrovias de classe mundial, enquanto que apenas R$ 2,9 milhões são executados na Transnordestina.

A malha ferroviária que conectará Eliseu Martins, no Piauí, aos portos de Pecém, no Ceará, e Suape, em Pernambuco, terá 1.728 quilômetros de extensão. Assim, seriam necessários mais de R$ 8,5 bilhões para concluir os trabalhos. Para Bezerra Coelho, é normal que uma obra deste porte sofra readequações financeiras, até porque os contratos foram firmados em 2008.

“É natural. O valor pode subir, mas não muito, pois boa parte de trilhos e equipamento já foi adquirida. O que se discute é apenas a parte civil. O reajuste não é como se fosse dobrar a obra, acho que uns 15% ou 16% do total”, disse. Na burocrática e complexa engenharia financeira, a maior preocupação a curto prazo é a liberação de US$ 165 milhões da Valec. A empresa do Governo Federal não desembolsou um centavo até agora para as obras da Transnordestina. Uma assembleia geral dos acionistas deve ser realizada ainda este mês para acertar o aporte. “Queremos os recursos até março porque eles servem de contrapartida para a verba do FDNE (Fundo de Desenvolvimento do Nordeste). Até agora, está tudo sob controle”, apontou Bezerra Coelho.

O ministro também afirmou que pretende fechar um acordo com o Governo do Ceará para agilizar as desapropriações. Enquanto que, em Pernambuco, elas foram praticamente concluídas - exceto situações específicas e a chegada em Suape - o estado vizinho tem menos de 37% do traçado desabitado.


Governo quer Eletrobras no TAV

O governo quer a Eletrobras como sócia do trem-bala que ligará as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, um investimento de R$ 33,1 bilhões. A Folha apurou que a estatal já foi orientada pelo Palácio do Planalto a entrar no negócio.

A utilização de energia pelo trem-bala será alta. Será necessária a construção de pelo menos 12 subestações de energia de 80 MVA (megavolts-ampère), o que corresponde cada uma ao consumo de cerca de 200 mil a 230 mil residências médias.

Os concorrentes do trem-bala, cujo leilão está previsto para abril, vinham trabalhando com a possibilidade de sociedade com elétricas posterior ao leilão. Mas, diante da abertura do governo dada com a entrada dos Correios no negócio, já admitem negociar parcerias antes da concorrência.

Conforme a Folha adiantou, os Correios confirmaram que querem participar do projeto do trem-bala. Segundo um dos envolvidos nas negociações, há projetos que podem ser tocados juntos entre o sistema elétrico e o trem de alta velocidade que podem gerar ganhos para os dois lados.

A Eletrobras já estuda como participar do projeto. Ela poderia entrar em consórcios com uma fatia entre 10% e 15%. Ou por meio de suas subsidiárias Furnas, Chesf, Eletronorte e Eletrosul, em consórcios separados; ou a própria holding entraria como sócia estratégica do grupo vencedor. As primeiras articulações envolveriam parceria entre a estatal e o consórcio chinês.

Um dos trunfos da Eletrobras é ter em caixa pelo menos R$ 7,9 bilhões. O dinheiro é da RGR (Reserva Geral de Reversão), encargo cobrado nas contas de energia elétrica que deveria ter sido extinto em 31 de dezembro do ano passado, mas que foi prorrogado por mais 25 anos.

A RGR banca o programa de universalização elétrica do governo, o Luz para Todos, que termina oficialmente em dezembro de 2011.

Além dos recursos em caixa, há ainda uma quantidade significativa da RGR emprestada a empresas do setor. Apenas em 2009, a Eletrobras recolheu R$ 1,5 bilhão de RGR dos consumidores e recebeu outro R$ 1,3 bilhão em pagamento de empréstimos e aplicações financeiras.

Outro benefício seria o de repassar ao vencedor energia do mercado livre aquela que não é vendida pelas empresas distribuidoras (como Eletropaulo e Light). Como o trem será um grande consumidor, ele pode negociar nessa modalidade diretamente com a Eletrobras, que tem uma reserva alta desse tipo de energia.

Um analista que trabalha em projetos no trem-bala vê com reservas a participação das estatais. Para ele, será difícil as elétricas justificarem a participação, visto que há outros grandes consumidores que não têm estatais de energia na sociedade.